Desde o início da 2ª Intifada, em 28 de setembro de 2000, até setembro de 2002, o exército israelita matou 5.017 cidadãos palestinos. Outros 40.000 palestinos foram feridos por tropas judias; desse total, 4.253 eram jovens escolares, ou universitários.

   

Entre os mortos, há 795 crianças e 245 mulheres. Do total, 270 morreram em conseqüência de ataques de caças-bombardeiros F-16 ou de helicópteros Apache das forças israelitas em execuções extrajudiciais, ou assassinatos seletivos.

 

Desde o início da Intifada foram assassinados 344 policiais e agentes dos organismos de segurança da Autoridade Nacional Palestina.

Outros 732 palestinos morreram em conseqüência de fogo pesado disparado por tanques de guerra; 45 foram mortos por colonos israelitas; 30 civis assassinados eram membros de equipes médicas e de socorro.

  

Durante longas esperas propositais em postos de controle militar na Cisjordânia e em Gaza, morreram 106 mulheres grávidas, e outros pacientes com diferentes doenças.

 

Entre as vítimas das forças armadas israelitas há nove jornalistas e 220 atletas de equipes esportivas.

O número de presos palestinos chega a 10.100, dentre os quais, 212 professores, 1.002 estudantes escolares e universitários, 104 mulheres e 335 crianças. Do total, mais de 1.000 necessitam assistência médica e muitos de cirurgias de urgência.

Os desempregados palestinos são 302.000 pessoas que representam 43,7 por cento da população economicamente ativa nos territórios. O índice de pobreza está em 80 por cento.

O exército israelita provocou danos materiais em 76.126 casas palestinas, das quais 4.339 foram totalmente destruídas e 71.787, parcialmente derrubadas.

 

As forças de ocupação judias demoliram 7.476 oficinas e indústrias, e outras 570 instituições palestinas foram destruídas ou danificadas.

A força aérea judia realizou 22.101 bombardeios durante a Intifada na Faixa de Gaza e na Cisjordânia, enquanto 229 ataques aéreos foram feitos contra escolas, colégios e outras instituições de ensino.

 

O exército israelita transformou 43 escolas em bases militares, e fechou onze colégios e universidades palestinas. Por ordem militar, várias outras faculdades e departamentos da universidade, também foram fechados, intermitentemente, por volta de 1.100 vezes.

 

Os colonos israelitas continuam arrasando hortas e campos cultivados e envenenando poços e mananciais de água nos territórios ocupados. As forças armadas israelitas arrancaram 1.169.913 árvores frutíferas dos pomares palestinos, das quais 112.000 eram oliveiras centenárias.

   

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