WIKIPEDIA A enciclopédia livre PLATAFORMA DE PROPAGANDA JUDIA junho de 2005
Encontrei na Enciclopédia Livre Wikipedia algumas páginas deturpando a História da Palestina e ao tentar participar na seção "Discussões", vi que um certo Joaotg vai apagando as contribuições e comentários que não agradem à sinagoga. Muito convenientemente, e para que essa truculência não fique tão evidente, alguns usuários fingem que desaprovam aquelas ladinas atitudes de patrulhamento, mas eles próprios seguem revertendo, apagando e ocultando dados importantes. Esses desonestos personagens, e os seus cupinchas — não por acaso judeus e agregados — como o JLCA, o Indech, o OS2Warp, o Gbitten, o Patrick, o Mschlindwein, o Rei-artur, o 555-Lugusto, o Vigia, o Adailton, a Muriel, entre dezenas de outros que vão se revezando com outros nomes e pseudônimos, vão se infiltrando e contaminando as páginas e artigos da Wikipedia, transformando aquela iniciativa numa descarada plataforma de propaganda judaica e de contra-informação sionista. É escandalosa a maneira como essas quadrilhas judias se instalam nos espaços democráticos, ou públicos e sem nenhum pudor se comportam como se fossem os "donos do pedaço", ou "senhores da verdade", impedindo qualquer apresentação de dados concretos para uma discussão razoável e honesta. Essa gente já está muito bem organizada em Como em outros ambientes sociais e instituições, como os órgãos de comunicação social e de administração pública, ou universidades, são essas as táticas usadas pelas organizações e gangues judaicas: Contaminar e parasitar os espaços públicos e democráticos; provocar polêmicas dispersivas e sem finalidade objetiva; desviar e distrair a atenção do foco de questões importantes com perguntas desconexas e afirmações irrelevantes; atravancar os espaços de discussão com enxurradas de notícias incompletas e informações deturpadas; e por fim, impedir o acesso, agredir e caluniar quem denunciar as suas ladinas e sorrateiras atividades. P.S.: Isso está evidente numa página da própria Wikipedia Internacional em que essas patrulhas judeo-sionistas, a pedido do sabujo "555-Lugusto" a um esquisito user italiano, "M7", incluiram o domínio alfredo-braga.pro.br, como "anti-semita", numa lista de sites evidentemente desonestos, ou pornográficos, em "Meta.Wikipedia Black List". É esse o argumento que lhes resta; mas é lamentável que só umas poucas pessoas tenham se manifestado contra o indecente patrulhamento judaico.
Enquanto isso, na Palestina...
O que está acontecendo na Palestina não é justificável por nenhuma moralidade ou código de ética. Certamente, seria um crime contra a humanidade reduzir o orgulho árabe para que a Palestina fosse entregue aos judeus parcialmente ou totalmente como o lar nacional judaico. Gandhi ADVERTÊNCIA: No Brasil, vários grupos da dissimulada bancada judeo-sionista no senado e na câmara, disfarçados de "defensores dos direitos humanos" tentam, a qualquer custo, proibir ou transformar em "crime" os questionamentos a respeito da historiografia "oficial" sobre pontos controversos da 2ª Guerra Mundial. Acompanhe a trama desses sinistros personagens e observe a ladina atividade de um certo deputado Marcelo Zaturansky Itagiba e a daquele senador Paulo Paim, ambos grandes especialistas em propor "emendas" à nossa Constituição, escandalosamente a serviço da maçonaria da B'nai B'rith, da CIP, da FIERJ, esses longos tentáculos do judaísmo internacional, servindo sempre à obscura cabala do Congresso Mundial Judaico mas nunca verdadeiramente aos interesses da espoliada nação brasileira. Fazem o que querem, dizem o que querem, e ainda querem nos amordaçar, como já amordaçaram os povos de vários países europeus, enquanto a poderosa máquina de propaganda judeo-sionista, desde a sabotada escola pública, passando pela universidade, até ao mais reles bordel, ou novelas de televisão, vai disseminando a sua farsa e as suas fraudes e mentiras. É nauseante a maldosa insistência com que nos são impingidos esses filmes hollywoodianos sobre a Segunda Guerra Mundial, ou as confusas fotografias de montes de corpos com legendas mentirosas, atribuindo aos alemães crimes que, agora se sabe, foram cometidos por vários outros agentes, ou apenas na ladina e pervertida imaginação da multimilionária propaganda sionista. No Brasil, essa ladina organização pseudo-racial, ou pseudo-religiosa, quer nos roubar também o legítimo direito de pesquisar a História do século XX e de contestar e denunciar as mentiras da sinistra cabala do judaísmo internacional. Indique esta página a outras pessoas Veja fotografias da Palestina ocupada The Jewish hand behind Internet
|
contato biblioteca discussões digressões ensaios rubaiyat contos textos poemas conexões fórum bate-papo |