VERGONHA! Norberto Toedter In Blog do Toedter - ensaio nº. 39
Tal qual a corrupção que vem varrendo o país de norte a sul, o servilismo, a submissão a interesses espúrios não tem mais limites. Como se não tivéssemos cérebros capazes de desenvolver um programa docente próprio sobre a história do Brasil e do mundo, estamos acolhendo comissões estrangeiras, que vêm dizer aos nossos professores o que devem ensinar às nossas crianças. Vergonha! Tudo isto, pasmem, sob patrocínio expresso dos nossos órgãos governamentais. Vergonha suprema! Aos fatos: No último dia 17/09/2009 a secretária municipal da Educação de Curitiba, Paraná, Brasil, Eleonora Bonato Fruet recebeu cerca de 300 pedagogos, diretores e professores de história das escolas municipais para participarem da 2ª Jornada Interdisciplinar sobre o Ensino da História do Holocausto. O encontro teve como tema "HOLOCAUSTO, CRIME CONTRA A HUMANIDADE" e foi patrocinado pela B'nai B'rith. Esta B'nai B'rith, segundo definição própria, é uma instituição judaica que promove e pratica os valores universais do Judaísmo. Atua em 54 países. A abertura do evento teve a presença da diretora do departamento de Ensino Fundamental da Secretaria Municipal da Educação, Nara Luz Salamunes, dos lideres da Associação B'nai B'rith do Brasil Abraham Goldstein, Isaac Cubric, Abraham Gol e Leon Knopfholz, do presidente da Federação Israelita do Paraná, Manoel Knopfholz, do rabino Mendi e do conselheiro da Embaixada de Israel, Rafael Singer. Ano passado, em junho, houve promoção idêntica, igualmente auspiciada pelo governo municipal. O objetivo desta ingerência estrangeira na orientação didática nacional é fazer com que os professores participantes levem o assunto para cerca de 15 mil alunos de 9 a 14 anos (ano passado a secretária Eleonora falou em 115 mil alunos). Estes por sua vez são motivados a escrever redação dentro do tema proposto, ou é feito um concurso de cartas, sendo prometidos prêmios a professores e alunos na forma de computadores, bicicletas, MP3 e pen-drives. Os docentes ainda aprendem que o tema Holocausto pode ser trabalhado através de diversas disciplinas – "de matemática a geografia". Ao final são sorteados entre eles livros de Ben Abraham, um "sobrevivente" que no Brasil já vendeu 700 mil exemplares dos seus livros, mas não tem certeza se passou cinco anos ou duas semanas e meia em Auschwitz (veja meu ensaio Nº 9 – OPINIÃO). Estamos aí diante de um exemplo de autêntica LAVAGEM CEREBRAL, cujas vítimas finais são exatamente as nossas crianças. Explica também por que certo professor de história retrucou durante uma entrevista radiofônica: Seis milhões? Isto está mais que provado! Na verdade, e como se pode ler no próprio material de divulgação, o objetivo destas "jornadas" é diminuir o efeito do questionamento do tema que vem acontecendo no mundo todo. Dizem também que elas pretendem "evitar que ações de crueldade se repitam com qualquer que seja a minoria, negros, judeus, ciganos". Não falaram em PALESTINOS. O exposto pode ser confirmado nos endereços abaixo. http://www.paranashop.com.br/colunas/colunas_n.php?op=cursos&id=21597 http://netjudaica.blogspot.com/2008/06/jornada-interdiciplinar-sobre-o-ensino.html
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