Quem faz as leis no Brasil

Alfredo Braga

No Brasil, vários grupos da dissimulada bancada judeo-sionista, no senado e na câmara, disfarçados de "defensores dos direitos humanos" tentam, a qualquer custo, proibir ou transformar em "crime" os questionamentos a respeito da historiografia "oficial".

A.B.

 

Na mesma linha de embustes e maquinações, como a cínica proposta de emenda desse deputado Marcelo Zaturanski Itagiba, vem agora uma outra tropa do governo, com vários de seus ministros – ativos apologistas do consumo de drogas e entorpecentes – e de outros secretários de estado, pregar mais outro descarado golpe contra a nossa sociedade, através dessa esquisita "Comissão da Verdade". Ives Gandra Martins em recente entrevista denuncia, entre vários absurdos jurídicos, o malicioso ardil de "um decreto preparatório para um regime ditatorial". Segundo uns certos e conhecidos acadêmicos, e outros jornalistas, colunistas e articulistas, seria apenas mais outra "ingênua teoria de conspiração"?

Não por acaso, e seguindo sempre essa ladina estratégia, num momento de transição e de escândalos, eleições, carnaval e Copa do Mundo, e entre confusas propostas de leis sobre um assunto tão confuso quanto a surrada bandeira dos tristes "direitos humanos", aparece esse Paulo Vanucchi, empurrando uma exótica "lei" que só interessa, realmente, aos propósitos sinistros da maçonaria da B'nai B'rith e do Congresso Mundial Judaico. O Brasil só tem a perder sob a influência dessas pessoas infiltradas em todas as instâncias e escalões do governo.

Que os ativistas criminosos, os torturadores, assassinos e assaltantes de qualquer regime político sejam indiciados, julgados e eventualmente condenados, não modifica em nada o Direito e a Justiça de uma verdadeira Democracia, mas fica a pergunta: qual nexo pode existir entre "prostituição", "propriedades invadidas" ou "símbolos religiosos", e essa "Comissão da Verdade"?... e por qual obscura razão essas questões estão imiscuídas e diluídas por entre outros assuntos de outra natureza e absolutamente polêmicos, como parece ser essa espécie de vingança, ou retaliação política, disfarçada sob a ensebada capa dos "Direitos Humanos"?

Aqui não está em questão defender, ou atacar, este ou aquele partido político, pois, em realidade, uma discussão dessa natureza só teria como resultado a dispersão de raciocínios e a imediata perda do foco do assunto principal, qual seja: a perversa movimentação judeo-sionista contra os valores fundamentais da nossa sociedade e da nossa civilização.

Nesse sentido, talvez fosse interessante lembrar um comentário feito por um rancoroso judeu, mesmo que só umas poucas pessoas levem em consideração o seu real significado: "Por isso, meu caro, como vê, estamos em todos os segmentos, de direita, de esquerda, ditatoriais, fazendo o bem e o mal."...

Realmente, depois de mais de um século de infiltração judeo-sionista, dificilmente iremos encontrar alguma instituição que não esteja tomada por essa organização subterrânea e supranacional. Se até a própria Igreja Católica já é um espantoso exemplo dessa contaminação, o que dizer, ou esperar desses "governos" chamados democráticos ou ditatoriais, conforme a ocasião, e de seus agentes, ministros e secretários, mais as suas ladinas "comissões de direitos humanos"?


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