Finkelstein e as Indústrias do Holocausto A Fraude em 2° Grau, ou A Farsa Disfarçada
Comentários sobre as "denúncias" da Indústria do Holocausto Robert Faurisson O judeu sionista demonstrará medos que em realidade não sente. Ele exporá aos olhos de todos certos pontos fracos, que de fato não são tão fracos assim, e procurará esconder aqueles que lhe causam inquietude real. Agindo desta maneira, será atacado onde está bem firme e escorado, e assim vai se protegendo de ataques em pontos realmente sensíveis e vitais. Judeus e sionistas não estão realmente preocupados com as denúncias de "Indústria do Holocausto", provenientes de fontes judaicas, feitas pelos Norman Finkelsteins, Peter Novicks, ou Tim Coles: há uma gama de mais ou menos denúncias consentidas (kosher) nas quais a reverência e o cuidado com a preservação do mito do "Holocausto" são observados(1); pode ser notado, além disso, que se a exploração industrial ou comercial do sofrimento, real ou suposto, dos judeus, constitui-se num excelente filão de negócios, a crítica desse comportamento também se transformou num outro bom filão. Porém, esses dois filões de negócios, especialmente o segundo, ficam estritamente reservados a judeus: qualquer cidadão não-judeu que se aventurasse a imitar Finkelstein nas suas denúncias da máfia do "Holocausto" seria imediatamente agredido por uma gangue de atentos sequazes.
NOTA: (1) Exatamente como na recente "rabinada" de alguns rabinos — que se apresentam como "anti-sionistas" para tentar salvar o que ainda resta para salvar do judaísmo como algo com certa aparência de honestidade — também os jornalistas e os acadêmicos judeus vêm a público apresentar "denúncias", como se fossem novidades que ninguém mais conhecesse... São as tais denúncias "kosher" a que se refere Robert Faurisson. Indique esta página a outras pessoas
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