histórias do holocausto

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Durante décadas, o Sr. Enric Marco fez milhares de conferências, deu entrevistas e participou de solenidades sobre o "holocausto" e até publicou um livro intitulado Memoria de una barbarie.

Nessa publicação, Enric Marco relata os tristes e comoventes episódios da sua atribulada vida no campo de concentração de Flossemburg onde, afirmava ele, teria sido o prisioneiro Nº 6448.

Mas, depois de tantas mentiras e mistificações, a máscara de Enric caiu. Está provado que ele foi à Alemanha em 1941 para trabalhar, e em 1943 já estava de volta à Espanha; antes, portanto, da criação dos campos de concentração nazistas.

Mas a impostura é muito maior do que parece ...

há esses velhinhos mentindo descaradamente...

... e o tal Elie Wiesel ...

e descaradas "sobreviventes"

... e mais, sempre mais "sobreviventes"... é uma festa! ...

... até serem apanhados com a boca na botija...

... e os judeus "brasileiros" não deixam por menos; e isto é o que se pode chamar de "o ladino roubo da memória alheia":

Num rápido texto alusivo a eventos promovidos por várias entidades judaicas, em comemoração ao "Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto", instituído pela ONU, o "jornalista", ex-presidente da Federação Israelita do Estado do Rio de Janeiro e cônsul honorário de Israel, Osias Wurman, não demonstra o menor traço de escrúpulo, ou o mínimo resquício de honestidade, ou de ética profissional, ao pregar a enganosa legenda "Holocausto nunca mais !" numa impressionante fotografia de crânios e ossadas de vítimas cambojanas durante o regime comunista do Khmer Vermelho (1975 – 1978) do genocida Pol Pot.

Fotografia de ossadas de vítimas cambojanas sob o regime do Khmer Vermelho de Pol Pot, apresentada ladinamente no blog desse tal Osias Wurman, como se fosse de ossos de "seis milhões" de mortos judeus nas supostas "câmaras de gás nazistas".

Como se sabe, a ONU nunca instituiu um "Dia Internacional em Memória das Vítimas do Khmer Vermelho", ou das crianças assassinadas em Gaza, mas o esquisito texto desse Osias Wurman dá a entender, e induz propositalmente ao embuste histórico — pela sonegação da informação correta ao leitor desavisado — que aquela fotografia seria dos crânios e ossos dos alegados "seis milhões" de pretensos judeus mortos nas pretensas "câmaras de gás nazistas".

Esse ladino ato de desavergonhada desonestidade profissional, não é apenas uma reles mentira de um indivíduo desonesto, como esse sr. Wurman, mas decorre de uma criminosa estratégia judeo-sionista de obscurantismo e de metódica desinformação.

E por aí segue o grande golpe do tal "holocausto judeu", e a imensa lista de livros, diários e inúmeros filmes demonizando o povo alemão:

O diário de Anne Frank, Vergonha!, Os "sobreviventes"

 


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