A empáfia judaica

Alfredo Braga

 

"Um rabino debate com Deus e o derrota. Deus admite que o rabino venceu."

Baba-Mezia, 59 b

 

Não se encontra com muita freqüência gente que insista tanto em se auto-elogiar quanto os judeus.

Ainda em Roma, na esplêndida Roma dos Césares, já surgia e circulava por entre algumas pessoas importantes (como até hoje se infiltram por aqui uns rabinos, como o famigerado Henry Sobel) um incerto Josefus (tido pelos judeus como pretenso "historiador") sempre a exagerar e a fantasiar, e a descrever as pequenas habitações e choupanas dos antigos hebreus, como se fossem grandes templos, ou até impressionantes monumentos só comparáveis ao Coliseu, ou ao Partenon... e os seus chefes e rabinos — ainda segundo ele — eram sempre mais sábios e grandiosos do que todos os reis e imperadores de qualquer nação.

Enfim, a empáfia judia vem de longe.

Talvez em decorrência da sua origem de pobres e esfarrapados nômades analfabetos, e de pequenos ladrões (como os irmãos de José, sempre atrás de ricas caravanas) e perante a imponência e o brilho ofuscante das grandes civilizações e avançadas culturas — com as quais iam se deparando em suas andanças — por aí tenha surgido o complexo de inferioridade e a matriz psicológica para essa atávica e deselegante característica de tanto se vangloriarem... como se fossem, ainda nesse delírio ancestral, os responsáveis pelo desenvolvimento intelectual, filosófico e científico dos povos e nações que os recebem e hospedam.

Agora não é de se estranhar que o Congresso Mundial Judaico e o Sionismo Internacional, agarrem-se com unhas e dentes àqueles fantasiosos "relatos" do judeu Josefus, para justificarem essa aberração moral chamada Israel.


"O que está acontecendo na Palestina, não é justificável por nenhuma moralidade ou código de ética. Certamente, seria um crime contra a humanidade reduzir o orgulho árabe para que a Palestina fosse entregue aos judeus parcialmente ou totalmente como o lar nacional judaico."

Gandhi

Não é verdade que Israel tenha algum receio ou escrúpulo em exibir, pleno de arrogância, a sua bestialidade e sanha homicida. É esta a verdadeira face do brutal espírito do Judaísmo Internacional e do cinismo do Congresso Mundial Judaico.


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