Um professor de histórias e proselitismos

Comentário sobre a entrevista do Prof. Dennison de Oliveira ao jornal Gazeta do Povo

Alfredo Braga

Não bastasse a aflita campanha de Edgar Bronfman junto às sinagogas e agremiações judaicas em todo o mundo, no intuito de instigar atos deliberados de "anti-semitismo" para assim reavivar o que ele chama de "identidade judaica", agora por aqui no Paraná, e logo a seguir ao estrepitoso "Caso Paula Oliveira", uma enxurrada de notícias sobre crimes e criminosos skinheads e neonazistas inunda os noticiários... todos: rádios, televisões, jornais e revistas, em uníssono, vão repetindo a velha cantilena, a velha ladainha do abalado mito do lucrativo "holocausto judeu". 1

Cartaz de uma exposição na Galeria Bronfman onde se propõe a indecente vitimização e automutilação de mulheres judias.

É realmente impressionante a orquestrada mobilização dessa gente: Pessoas nossas amigas, ou conhecidas, que ainda há pouco se mostravam leais e honradas, agora, como que obedecendo a uma ordem secreta, ou secreto chamado, apresentam, bruscamente, um outro viés em suas relações sociais e atividades profissionais... e então, para elas, honra, ética, honestidade, são palavras vazias.

Sobre o caráter dessas pessoas, ou sobre os motivos, ou as razões de suas escolhas morais, prefiro não me manifestar mas, sobre argumentos falaciosos e proposições maldosas, não posso deixar de apresentar algumas considerações.

Nessa "entrevista" de encomenda, na Gazeta do Povo,2 ficou demasiado evidente que Dennison de Oliveira prefere desqualificar o depoimento de qualquer testemunha que não seja judia, e fingir que desconhece o trabalho de pesquisadores e historiadores sérios que não mais se submetem ao jugo da sinagoga internacional. Para iludir os leitores crédulos, ou os distraídos, ele vai aparentando essa elegante e magnânima postura de "acadêmico liberal" mas, logo a seguir, já se mostra como fanático prosélito e não como honesto ou imparcial historiador. Ele usa o prestígio da cátedra universitária como balcão de propaganda do "holocausto", mas nenhuma das suas elucubrações, quanto a assassinatos planejados pelos alemães, se baseia em acontecimentos históricos, e sim numa rancorosa maledicência e em cavilações maldosas, absolutamente desprovidas de qualquer nexo real ou provas documentais. Em sua ligeira aritmética de mercearia, Dennison de Oliveira finge desconhecer os acurados levantamentos demográficos que rechaçaram completamente o cabalístico número dos "seis milhões" de judeus mortos que, agora milagrosamente, ressurgem em sucessivas hordas de "sobreviventes" exigindo mais e mais dinheiro das nações.

O que pensar de um professor que abandona a sua responsabilidade de imparcialidade acadêmica para atuar, não como pesquisador sério e independente, mas como propagandista a serviço de um grupo pseudo-racial, ou pseudo-religioso, o qual ainda pretende nos impingir, a qualquer custo, os seus embustes e mentiras? Lamentavelmente parecem ser dessa estirpe moral muitos daqueles professores e doutores das nossas universidades. Neste ponto, Dennison de Oliveira tem razão: é preciso desmascarar versões fantasiosas dos fatos históricos, e para isso é urgente desmascarar os lobistas infiltrados em nossas instituições, e as suas ladinas fraudes e imposturas sobre a Segunda Guerra Mundial e sobre toda a História do séc. XX. 3

Não por acaso, é essa a monumental tarefa do Revisionismo Histórico e que tanto aflige certas pessoas, aparentemente contrárias em seus estratagemas e propósitos, como o deputado Zaturansky Itagiba e o professor Dennison de Oliveira. O deputado quer encarcerar quem duvidar da lenda do "holocausto", já o professor tenta escamotear questionamentos quanto à sua versão "oficial" da história mas, em realidade, ambos, o truculento Zaturansky e o elegante Dennison, cada qual a seu modo, querem impingir aos brasileiros as mentiras do obscurantismo judeo-sionista.

No vídeo abaixo, em outra "entrevista" de encomenda, e logo a seguir ao estranho e mal explicado episódio do assassinato de um casal de "neonazistas", em Curitiba, Dennison de Oliveira aparece, não como historiador correto, mas como um "psicólogo" charlatão, ou "conselheiro familiar", a explicar "didaticamente" o que ele afirma que seja o Nacional Socialismo Alemão. É escandalosa a sua desonestidade intelectual, e uma afronta à dignidade acadêmica de qualquer instituição de ensino. 4

Enfim, depois de assistir a esse espetáculo de cinismo e desinformação, só nos resta lembrar uma outra "frase elegante" desse professor de historia da Universidade Federal do Paraná: "Cabe a todos que se interessam pela construção de uma sociedade mais justa e mais humana o papel de desmascarar, desmoralizar e ridicularizar versões da História que sejam fantasiosas."... Quanto a ridicularizar versões fantasiosas, está bastante evidente que, tanto a gesticulante entrevistadora, quanto os seus convidados, já vestiam muito bem essa carapuça. Entretanto, sempre caberá a cada um de nós desmascarar e denunciar a criminosa atividade desses agentes5 especializados em aviltar a História e difamar antigas nações e grandes países como a Alemanha e o Irã, e as suas populações, e ainda nos impingirem tantas mentiras e mórbidas histórias, e essas velhacas "entrevistas".


NOTAS:

1 Ainda agora assistimos à maciça campanha de envenenamento da opinião pública através de filmes em que os famosos diretores e os atores do cinema e da televisão, vão deturpando, a cada dia com mais cinismo e violência, os fatos da Segunda Guerra Mundial e de toda a História do século XX.

2 LOPES, José Marcos, História negada, entrevista com o Prof. Dennison de Oliveira, Gazeta do Povo, Curitiba, 7 de julho de 2009.

3 "... Eu repudio tudo neste tribunal nurenburgês de falsificadores, onde o lado vencedor usurpou o papel de acusação contra personalidades que selecionou entre o círculo dos perdedores da guerra."

Comentário do jurista Lydio Machado Bandeira de Mello sobre a impostura do Tribunal de Nuremberg, citado por Norberto Toedter, in Blog do Toedter – ensaio O "Tribunal", postagens do nº 50 ao nº 53.

4 Essa distorção moral não atinge somente certos professores, como esses da UFPR, mas leva até figuras como o autor de Obra aberta a abandonarem os últimos resquícios de sobriedade intelectual para manifestarem posições opinativas e de ardilosa parcialidade, em servil e interesseira defesa de uma certa organização supranacional político-racial, ou político-religiosa, como queiram, desprezando qualquer compromisso com a lógica da historiografia, ou com a ética ou a honestidade.

As manifestações de indignação frente à bestialidade judeo-israelita contra as populações da Faixa de Gaza, ou do Líbano, agora também são maldosamente classificadas por essa gente como o sinal de um "novo anti-semitismo", mas a real intenção subjacente a esse tipo de comentário, completamente ladino, está em dificultar e obstruir a divulgação da atividade de pesquisadores e historiadores revisionistas que, a par de paulatino trabalho de conferência e coleta de dados sobre a Segunda Guerra Mundial, vêm denunciando as farsas e as mentiras que o judeo-sionismo quer impingir à sociedade. Umberto Eco, citando autores anti-judaicos do século XIX, vai ignorando propositalmente importantes pesquisadores revisionistas e, para disfarçar a sua deselegante parcialidade, termina suas ladinas considerações afirmando, com afetada elegância, que também considera "inquietante" as acusações de "anti-semitismo" decorrentes de críticas a Israel. A semelhança entre os discursos desses professores, e os seus proselitismos, não é por coincidência.

5 Só pessoas hipócritas, ou intelectualmente desonestas, ou como o Prof. Dennison de Oliveira, poderiam apresentar tal reducionismo, e injúria e calúnia, do que venha a ser a estrutura programática de um partido político como o Nacional Socialismo. Por outro lado, qual será a esquisita relação "acadêmica" que esse professor da Universidade Federal do Paraná, entidade sustentada pelo povo brasileiro, pode ter com um esquisito coronel do exército israelita (agente do Mossad...?) em trânsito "extra-oficial" no Brasil, e hospedado em sua casa na mesma época dessas esquisitas "entrevistas"?


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