Um professor de histórias e proselitismos Comentário sobre a entrevista do Prof. Dennison de Oliveira ao jornal Gazeta do Povo Não bastasse a aflita campanha de Edgar Bronfman junto às sinagogas e agremiações judaicas em todo o mundo, no intuito de instigar atos deliberados de "anti-semitismo" para assim reavivar o que ele chama de "identidade judaica", agora por aqui no Paraná, e logo a seguir ao estrepitoso "Caso Paula Oliveira", uma enxurrada de notícias sobre crimes e criminosos skinheads e neonazistas inunda os noticiários... todos: rádios, televisões, jornais e revistas, em uníssono, vão repetindo a velha cantilena, a velha ladainha do abalado mito do lucrativo "holocausto judeu".1 Cartaz de uma exposição na Galeria Bronfman onde se propõe a descarada vitimização e automutilação de mulheres judias. É realmente impressionante a orquestrada mobilização dessa gente: Pessoas nossas amigas, ou conhecidas, que ainda há pouco se mostravam leais e honradas, agora, como que obedecendo a uma ordem secreta, ou secreto chamado, apresentam, bruscamente, um outro viés em suas relações sociais e atividades profissionais... e então, para elas, honra, ética, honestidade, são palavras vazias. Sobre o caráter dessas pessoas, ou sobre os motivos, ou as razões de suas escolhas morais, prefiro não me manifestar mas, sobre argumentos falaciosos e proposições maldosas, não posso deixar de apresentar algumas considerações. Nessa "entrevista" de encomenda, na Gazeta do Povo, ficou demasiado evidente que Dennison de Oliveira prefere desqualificar o depoimento de qualquer testemunha que não seja judia, e fingir que desconhece o trabalho de pesquisadores e historiadores sérios que não mais se submetem ao jugo da sinagoga internacional. Para iludir os leitores crédulos, ou os distraídos, ele vai aparentando essa elegante e magnânima postura de "acadêmico liberal" mas, logo a seguir, já se mostra como fanático prosélito e não como honesto ou imparcial historiador. Ele usa o prestígio da cátedra universitária como balcão de propaganda do "holocausto", mas nenhuma das suas elucubrações, quanto a assassinatos planejados pelos alemães, se baseia em acontecimentos históricos, e sim numa rancorosa maledicência e em cavilações maldosas, absolutamente desprovidas de qualquer nexo real ou provas documentais. Em sua ligeira aritmética de mercearia, Dennison de Oliveira finge desconhecer os acurados levantamentos demográficos que rechaçaram completamente o cabalístico número dos "seis milhões" de judeus mortos que, agora milagrosamente, ressurgem em sucessivas hordas de "sobreviventes" exigindo mais e mais dinheiro das nações. O que pensar de um professor que abandona a sua responsabilidade de imparcialidade acadêmica para atuar, não como pesquisador sério e independente, mas como propagandista a serviço de um grupo pseudo-racial, ou pseudo-religioso, o qual ainda pretende nos impingir, a qualquer custo, os seus embustes e mentiras? Lamentavelmente parecem ser dessa estirpe moral muitos daqueles professores e doutores das nossas universidades. Neste ponto, Dennison de Oliveira tem razão: é preciso desmascarar versões fantasiosas dos fatos históricos, e para isso é urgente desmascarar os lobistas infiltrados em nossas instituições, e as suas ladinas fraudes e imposturas sobre a Segunda Guerra Mundial e sobre toda a História do século XX. Não por acaso, é essa a monumental tarefa do Revisionismo Histórico e que tanto aflige certas pessoas, aparentemente contrárias em seus estratagemas e propósitos, como o deputado Zaturansky Itagiba e o professor Dennison de Oliveira. O deputado quer encarcerar quem duvidar da lenda do "holocausto", já o professor tenta escamotear questionamentos quanto à sua versão "oficial" da história mas, em realidade, ambos, o truculento Zaturansky e o elegante Dennison, cada qual a seu modo, querem impingir aos brasileiros as mentiras do obscurantismo judeo-sionista. No vídeo abaixo, em outra "entrevista" de encomenda, e logo a seguir ao estranho e mal explicado episódio do assassinato de um casal de "neonazistas", em Curitiba, Dennison de Oliveira aparece, não como historiador correto, mas como um "psicólogo" charlatão, ou "conselheiro familiar", a explicar "didaticamente" o que ele afirma que seja o Nacional Socialismo Alemão. É escandalosa a sua desonestidade intelectual, e uma afronta à dignidade acadêmica de qualquer instituição de ensino.2 Enfim, depois de assistir a esse espetáculo de cinismo e desinformação, só nos resta lembrar uma outra "frase elegante" desse professor de historia da Universidade Federal do Paraná: "Cabe a todos que se interessam pela construção de uma sociedade mais justa e mais humana o papel de desmascarar, desmoralizar e ridicularizar versões da História que sejam fantasiosas."... Quanto a ridicularizar e desmoralizar versões fantasiosas, é demasiado evidente que tanto a entrevistadora, quanto os seus convidados, já vestiam muito bem essa carapuça. Entretanto, sempre caberá a cada um de nós desmascarar e denunciar a criminosa atividade desses agentes especializados em aviltar a História e difamar antigas nações e grandes países como a Alemanha e o Irã, e as suas populações, e ainda nos impingirem tantas mentiras e mórbidas histórias, e essas velhacas "entrevistas". NOTAS: 1 Ainda agora assistimos à maciça campanha de envenenamento da opinião pública através de filmes em que os famosos diretores e os atores do cinema e da televisão, vão deturpando, a cada dia com mais cinismo e violência, os fatos da Segunda Guerra Mundial e de toda a História do século XX. 2 Essa distorção moral não atinge somente certos professores, como esses da UFPR, mas leva até figuras como o autor de Obra aberta a abandonarem os últimos resquícios de sobriedade intelectual para manifestarem posições opinativas e de ardilosa parcialidade, em servil e interesseira defesa de uma certa organização supranacional político-racial, ou político-religiosa, como queiram, desprezando qualquer compromisso com a lógica da historiografia, ou com a ética ou a honestidade.
Indique esta página a outras pessoas
|
contato biblioteca discussões digressões ensaios rubaiyat contos textos poemas conexões fórum bate-papo |