CAFÉ HISTÓRIA Curitiba, 12/6/2010
Há décadas que vários autores e historiadores vêm sendo mantidos sob constante vigilância pelos vencedores da Segunda Guerra Mundial e impedidos de apresentar ou publicar as suas obras e o resultado das suas pesquisas. Entretanto, com o advento da internet, foi possível a recuperação de alguns desses trabalhos que denunciam a distorção e a falsificação da história do século XX. A partir de 1995, quase simultaneamente por todo o mundo, veio a lume o trabalho de homens como Paul Rassinier, Wilhelm Stäglich, Mark Weber, Robert Faurisson e outros que agora são observados e estudados até por historiadores "oficiais". O escândalo das mentiras e embustes dos vencedores da guerra, está sendo exposto ao mundo. Ao contrário dos autores e agentes judeo-sionistas, que são financiados por instituições oficiais e grandes bancos e com a cobertura dos gigantes da mídia internacional, o trabalho de pesquisadores revisionistas só permanece em evidência graças ao esforço individual de pessoas que pagam do próprio bolso a manutenção de alguns poucos sites particulares. Por outro lado, essas organizações apátridas, que até agora atuavam sorrateiramente atrás dos bastidores, como o Congresso Mundial Judaico, ou a maçonaria da B'nai B'rith, invadiram a internet com milhares de sites e blogs, e toda a sorte de métodos de controle da web, como os motores de busca, grandes redes sociais e outros mecanismos de monitoramento, todos, não por acaso, controlados por judeus. São organizações tentaculares com milhares de empregados, técnicos e especialistas em todas as etapas e áreas da comunicação e recursos financeiros inesgotáveis, sempre prontos a atacar qualquer voz que se erga contra o conluio judaico e a cabala do sionismo internacional. Hoje quero me referir a uma dessas novas "redes sociais" hospedadas e mantidas gratuitamente num intrincado provedor internacional chamado Ning, o Café História, em realidade, linda arapuca que atrai e os mantém sob constante vigilância,
tanto aqueles usuários distraídos e pouco informados, quanto outros, estudantes e professores de história, vagamente desconfiados da trama sionista, mas que ainda não ousam contestar esses agentes disfarçados como "moderadores-historiadores". A coisa está muito bem organizada, são amestrados, e sob a fachada de ambiente de discussões honestas sobre história e historiografia, se aloja mais outro esquema de controle e de lavagem cerebral. É evidente – e escandalosa – a ação de voluntários fanáticos e de certos agentes profissionais, a monitorar "desvios" da orientação "oficial", e a triturarem o incauto participante que ouse contestar "fatos", tidos pela "academia" como incontestáveis. Ou então, eles próprios se fazem passar por denunciantes da grande farsa do "holocausto judeu" para servirem de escada, ou de pretexto, para a entrada dessa tropa dos "especialistas em fóruns". E alguns ali encenam uma dramática "desconfiança", ou "indignação" contra o patrulhamento, e até vão "denunciando" essa desonestidade e essa truculência, como aparenta fazer o jornalista Delmar Lima Freire, exatamente como fazem vários outros participantes.1 No entanto, precisamente por causa dessa aparência, devemos analisar com cuidado alguns momentos em que o próprio Sr. Delmar insinua "informações" no mesmo feitio daquela versão sionista que ele denuncia; e Hitler, e o Nacional Socialismo, são demonizados como sempre foram pela propaganda do Judaísmo Internacional... e agora, por entre as suas críticas ao "moderador" do Café História, ele repete, e crava no meio de alguns argumentos aparentemente honestos, a crença já inculcada do "racismo nazista"... e sem se importar com essa contradição, inventa uma ordem de Hitler "por escrito" para "exterminar e escravizar" vinte e dois milhões de russos! Mas por qual estranha razão alguém, mesmo o demonizado Adolf Hitler, mandaria exterminar justamente aqueles que, segundo o Sr. Delmar, pretendia escravizar?... Que lógica é essa tão parecida com os "argumentos" judeo-sionistas? Bem, este é realmente um ambiente nebuloso por onde devemos andar com atenção redobrada. Entretanto vamos observando a atividade desses historiadores, fanáticos
Ao final da leitura, verificamos que Delmar Lima Freire, por entre a justa e correta repreensão a esse Sr. Bruno Leal, por tanta deselegância e desonestidade, contesta a "versão sionista do holocausto" mas, desse modo ladino, implicitamente, lá vai preparando novas "versões" do pretenso holocausto judeu. Por isso ele finge ignorar a bibliografia apresentada por Robert Faurisson em Review of the Holocaust e, ao juntar numa só frase expressões absolutamente carregadas de preconceitos, como "racismo nazista", "extermínio", "milhões de vítimas", já dá o tom e a diretriz da sua atuação nesse emaranhado ninho de serpentes que é o Café História. Depois que invadiram e ocuparam a Palestina, os judeus e os sionistas já não têm para onde fugir, nem como se esconderem... e agora, como aquele cínico rabino das gravatas, ou essa advogada "brasileira", acusam tudo e a todos por seus próprios atos indecentes e suas ações criminosas. Acuados, e sem argumentos com o mínimo traço de credibilidade, esses agentes, especialistas em contra-informação, vão repetindo essas velhas e conhecidas "críticas" – sabidamente inócuas – sobre o Sionismo Internacional e o Estado racista judeu, enquanto orquestram a tática mais eficiente: Lançar um manto de obscurantismo para confundir o público ao embaralhar sofismas e emaranhar falácias, como já vão tramando na rede desse Café História. Essa mesma ambigüidade de uns certos jornalistas e professores de história, aparentemente muito corretos em seus posicionamentos, também podemos encontrar em "Liberté pour L'Histoire" ou, recentemente no fórum deste site, numa manobra frustrada de um certo visitante para desqualificar o Manifesto de Gandhi, e atacar o Cristianismo e a obra de Carl Gustav Jung. Nestes exemplos, as ardilosas diligências de contra-informação, podem ser bem mais perniciosas do que qualquer grosseria de pessoas como esse "moderador", o Sr. Bruno Leal, e de seus sabujos, voluntários ou profissionais. Os critérios de boa-fé e de confiança com que fomos educados, não são adequados para lidar com a milenar e atávica inclinação dessas pessoas. Portanto, atenção redobrada contra esse manhoso e ladino cinismo. Post Scriptum em 1º de agosto de 2010: Depois de longo silêncio, hoje o Sr. Delmar retorna ao Café História com novas explicações num outro tópico de debates. Ele agora quer re-fundar Israel, o Estado judeu... sob nova direção... nem mais, nem menos. Vejamos o seu raciocínio enquanto se dirige àquela desorientada platéia:
A tática ainda é a mesma, e agora está claro a que veio o Sr. Delmar; é evidente a sua aflita insistência em atacar sorrateiramente os grandes oponentes do judaísmo internacional, atribuindo-lhes a bestialidade do judeo-sionismo, ao mesmo tempo em que tenta livrar, ou eximir de responsabilidades o que ele misteriosamente chama de "ente político-nacional dos judeus", seja lá o que ele quer dizer com isso. Contrariando a sua tese, a história nos mostra que esse povo, os judeus, os hebreus, os israelitas, jamais precisou de organizações sionistas, nem de partidos nazistas para fazer exatamente o que vem fazendo através dos séculos, no seio das nações e entre tantos povos que já os acolheram, mas que logo depois tiveram de os expulsar. Os judeus, a Sinagoga e o Congresso Mundial Judaico, juntamente com a maçonaria da B'nai B'rith e as suas organizações secretas, ou descaradas, estão acuados pelo repúdio e a indignação dos povos e nações de todos os continentes, já pelos crimes e escândalos do Judaísmo Internacional e a bestialidade do Estado racista judeu. Agora precisam desesperadamente de um "bode expiratório" para se livrarem (como sempre) de responsabilidades, e nada melhor do que essa entidade abstrata, "o sionismo", a absorver os crimes, até de judeus religiosos, de Bronfmans, Rothschilds, Shimons, Sharons, esses grandes psicopatas, inimigos da humanidade. O Sr. Delmar Lima Freire sabe que, em realidade, Israel é o Sionismo, e que o Sionismo é uma invenção do Judaísmo. Fundar, ou re-fundar, essa aberração moral chamada Israel, já foi e sempre será, para dizer o mínimo, um plano funesto. NOTA: 1 Não cabe, no espaço deste texto, enumerar e comentar a extensa lista com os nomes de outros participantes que, como o Sr. Delmar, atuam no Café História não para esclarecer a história mas, evidentemente, para desviar o foco e estorvar a divulgação de pesquisas sobre os acontecimentos do séc. XX e, desse modo, tentar ainda preservar a abalada versão dos vencedores da 2ª Guerra Mundial. Indique esta página a outras pessoas
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