A reforma do mito

a desesperada tentativa judia para "explicar" o mentiroso número dos "seis milhões"

Alfredo Braga

 

Ultimamente, com a acelerada derrocada do mito do "holocausto judeu", a sinagoga internacional, preocupada, já encomendou aos seus especialistas uma agressiva reforma das estratégias de convencimento das populações, para assim sustentar a velha mentira do cabalístico e absurdo número dos "seis milhões".

Os judeus mais espertos já não insistem nas absurdas "câmaras de gás" em Auschwitz, ou em qualquer outro lugar. Em pleno desespero, agora tentam nos convencer que os "seis milhões" de vítimas judias já vinham sendo sacrificados, sistematicamente, desde antes da eclosão da Segunda Guerra Mundial.

Segundo essa nova "teoria" judaica, querem nos fazer acreditar que, já em meados da década de 1930, qualquer cidadão alemão devia, por obrigação patriótica, ou desvairado sadismo, assassinar os judeus. Assim, garçons alemães envenenariam diariamente centenas e centenas de fregueses judeus; motoristas alemães atropelariam milhares e milhares de pedestres judeus; enfermeiras e médicos alemães aplicariam injeções letais e desligariam tubos e aparelhos de milhões e milhões de pacientes judeus...

Agora as aflitas agências judaicas de propaganda do "holocausto judeu", querem, porque querem, simplesmente, segundo essa nova "verdade judia", que durante anos seguidos, não mais em "câmaras de gás", mas nas próprias cidades e vilarejos da Alemanha, e por toda a Europa, o povo alemão e os seus admiradores, tenham eliminado, numa grande onda de assassinatos, "seis milhões" de judeus...

Em resumo: aquelas mentiras (Auschwitz) que durante sessenta anos, os judeus impingiram a toda a humanidade, já não convencem ninguém e começam a ser deixadas de lado mas, então, desavergonhadamente, essas mesmas pessoas agora tentam nos pregar, com aquele mesmo cinismo, outras descaradas mentiras.

Até quando?

 


Até quando ? ...

Aqueles que defendem, ou desculpam, a bestialidade judeo-israelita contra o povo palestino, ainda não entenderam o que essa gente anda fazendo?

De que mais precisam para se convencerem da perversidade da cabala judeo-sionista, não só na Palestina, mas aqui entre nós?

Quantas crises financeiras provocadas por essa gente ainda serão necessárias para que os seus crédulos defensores entendam o golpe que está sendo cometido contra eles próprios e contra as nossas sociedades e nações?

Não conseguem entender que a terrível campanha de extermínio contra o povo palestino é apenas a expressão local do caráter e da bestialidade dessas organizações secretas ou descaradas, infiltradas e instaladas entre os vários países do planeta?

Esses cidadãos tão bem intencionados, ainda não entenderam que os bombardeios do exército judeu contra as instalações civis da ONU, são o hediondo sinal da arrogância e da insolência judia contra a humanidade e contra as nações do mundo?

Ainda não entenderam que essa aberração moral e política chamada Israel, é apenas a testa-de-ferro, ou a face visível de criminosas organizações apátridas e entidades parasitas, incrustadas em nossos países e nações?

A.B.


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Identidade judaica

Um professor de histórias

 

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